Pelo título, podia-se pensar que se trata de um post sobre o treinador do FCP. Não, não se trata, ainda que me apetece falar sobre o facto do Vitor Baía ter ido parar ao banco. Mas acho que o nosso Director-Geral já disse o suficiente ao sr. Nuno sobre o assunto.
A 13 de Novembro de 1998, o Benfica preparava-se para a visita do Sporting de Braga. O árbitro seria o sr. Mário Mendes. O então presidente do Benfica, João Vale e Azevedo, começou a semana por expressar o seu desejo de que a arbitragem não prejudicasse o Benfica, como havia feito em semanas anteriores. Sempre célere, quando toca ao Benfica, a mítica Comissão Disciplinar da Liga resolveu suspender por 40 dias e multar em 300 mil escudos o presidente do Benfica, acusando-o de tentar coagir o árbitro.
Alguns anos depois, em vésperas de um Benfica-Sporting, muito se papagueia para os lados do Lumiar. Fala o presidente (que faz frete), o treinador, o vice-presidente. Falam todos do seu receio da arbitragem, falam todos do jogo do ano passado. Muito mais que dos desastres da sua própria equipa, do guarda-redes que jurava que o Luisão tinha marcado com a mão, do pé roto do Liedson. Mas, desta vez, não há Comissão Disciplinar, não há castigos, não há multas.
Mais grave: só houve dessa vez.
PS - Importa esclarecer que não sou, de todo, defensor de João Vale e Azevedo. Mas contra estes factos não há argumentos.
quarta-feira, janeiro 25, 2006
Palavra aos outros...
Leonor Pinhão
Sem dúvida que a nossa mentora voltou ao seu melhor nível.
Para a posteridade, fica esta passagem da sua crónica de opinião n' A Bola de 19-01-2006
Digam lá se não começa bem para terminar em verdadeira apoteose?...
Sobre os infelizes vizinhos da 2ª circular o Ry já disse tudo. Dementes...
Sem dúvida que a nossa mentora voltou ao seu melhor nível.
Para a posteridade, fica esta passagem da sua crónica de opinião n' A Bola de 19-01-2006
Digam lá se não começa bem para terminar em verdadeira apoteose?...
(...)
NÃO é só na qualidade de visitante que o Benfica alimenta o futebol português. É também na qualidade de comprador. Sim, porque o Benfica paga. Vitória de Guimarães e Boavista, nos finais da década de 80 e princípios da década de 90, facturaram milhares e milhares de contos, vendendo jogadores seus ao Benfica. Só por Ademir e por Isaías, o Benfica pagou fortunas, ajudando os clubes vendedores a equilibrar as suas finanças, a construir património e a projectarem-se desportivamente como forças importantes do futebol português. O Benfica pagou em dinheiro Vata ao Varzim, Pacheco ao Portimonense, Hélder ao Estoril, Abel Xavier e Calado ao Estrela da Amadora, Vítor Paneira ao Vizela, Hassan ao Farense, João Pinto e Nuno Gomes ao Boavista, Sérgio Nunes ao União de Leiria, João Tomás à Académica, Dimas, Paulo Bento e Fernando Meira ao Guimarães, Mantorras ao Alverca, Cabral ao Belenenses, Luís Carlos e Nandinho ao Salgueiros, Fernando Aguiar, Cristiano e Beto ao Beira-Mar, Tiago, Quim e Ricardo Rocha ao Sporting de Braga. E tantos outros... E dinheiro é dinheiro, mesmo que em alguns casos o pagamento fosse para o demorado. O Benfica não se aproveitou de rescisões, não fomentou rescisões, não beneficiou miraculosamente de desvios de cartas que nunca chegaram à Liga, não assinou contratos nem compromissos fora dos limites de datas impostos pela lei nacional e internacional, não prometeu favores duvidosos a quem saísse do seu caminho. Só por duas vezes esteve mal, muito mal, o Benfica. Quando desviou Tiago do Marítimo e Paulo Madeira do Belenenses, com truques baixos e lamentáveis, que custaram anos a reparar em termos de um relacionamento profícuo com as direcções do Funchal e do Restelo. A transferência de Manduca para a Luz, a troco de dinheiro, nesta reabertura do mercado, prova que o Benfica soube pedir desculpa ao Marítimo pelo caso Tiago. Em boa hora o fez. Com o Belenenses é também de crer que o entendimento institucional voltou a ser o que era. Na época passada, o Benfica emprestou o sueco Andersson aos azuis do Restelo. Um bom sinal de apaziguamento. Na edição de ontem de A BOLA, o jornalista António Simões assinava uma simpática carta aberta ao presidente do FC Porto. A dada altura, escrevia: «(...) um amigo meu pediu-me que lhe falasse das saudades que sente dos tempos em que você descobria jogadores como desconcertantes minas e armadilhas que abalavam e aniquilavam todos os adversários...(...)» Estamos, pois, no domínio dos princípios. Provavelmente, os adeptos portistas revêem-se nesta política de contratações tão bem descrita por António Simões. Os do Benfica, não.
QUANDO, há duas semanas, o Benfica assegurou a contratação de Moretto e de José Fonte, negociando directamente as verbas envolvidas com o presidente do Vitória de Setúbal, vieram os portistas acusar os da Luz de se terem aproveitado da situação financeira do Bonfim para dar um golpe. A resposta de Chumbita Nunes foi lapidar: — O que é queriam que eles dissessem? Dos lados de Coimbra também ainda ninguém ouviu um responsável da Briosa chamar de trapaceiro o presidente do Benfica, consumada que foi a transferência de Marcel. É essa a questão. O FC Porto é o líder isolado do Campeonato, tem uma boa equipa, um grande treinador, não será fácil ao Benfica desalojar o vice-campeão da época passada da posição que ocupa na corrente temporada. Também é verdade que, no plano aritmético, já foi mais difícil... Mas fora do plano desportivo, nas últimas semanas, o Benfica deu baile ao FC Porto em matéria de contratações. Não porque tenha assegurado os serviços de cinco Eusébios, mas porque deu provas de eficácia. Ou melhor, de competência, de capacidade de perseguir um objectivo e de derrotar a concorrência sobre a meta. Normalmente, como aconteceu nas últimas duas décadas, os jornais teriam enchido primeiras páginas durante semanas com os jogadores que «interessavam» ao Benfica para, no final, serem apresentados no Estádio do Dragão, ao lado de Reinaldo Teles. Pinto da Costa, esse, nem se daria ao incómodo de aparecer. Passaria de raspão, a caminho de «uma importante reunião com investidores internacionais», cruzando-se com os jornalistas à saída, para, «com a ironia do costume », deixar escapar qualquer coisa como: «O Moretto já assinou? Julgava que ia para o Benfica... » Este ano não foi assim. Aparentemente, incapaz de bater o Benfica, vingou-se no Sporting, contratando Adriano, um proclamado interesse dos leões. E no que diz respeito à ironia do costume, vimo-lo apenas a assobiar, o que é pouco. Cada vez me convenço mais de que o black out interno decretado pelo FC Porto visa apenas um propósito: calar Co Adriaanse. O comentário do holandês, no final do jogo da Reboleira – «... mau, mau, era termos levado 5...» – por ter sido tão curto e tão pragmático não é passível de se ter perdido na tradução.
Sobre os infelizes vizinhos da 2ª circular o Ry já disse tudo. Dementes...
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Fora da realidade
Fora da realidade é o que se pode dizer das reacções leoninas ao jogo de Sábado.
Quando se falha golos, como o que o Liedson falhou, quando se tem uma defesa apática, como se viu no golo do empate, claro que a culpa só pode ser do árbitro. É, aliás, uma práctica comum para os lados do Lumiar chorarem as arbitragens ainda mais do que o costume nos jogos que antecedem o jogo com o Benfica, o que, normalmente, até lhes garante algumas benesses piedosas.
E lá vão os adeptos e sócios do Sportem, os tais que são mais inteligentes que a média, que são de um clube diferente "e o camandro", embalados por esta conversa e com as palas metidas nos olhos que os impedem de ver o Alvaláxia deserto e um buracão financeiro, uma equipa destroçada, um treinador sem nível IV, o capitão de equipa dispensado, os brasileiros que não voltam de férias, um presidente que está a fazer um frete, a confusão nas assembleias gerais, os golos dos adversários que entram mas que não contam, a agressão do Liedson contra o Vizela ou, simplesmente, incapazes de fazer um raciocínio mais complexo que este: "Benfica ganhou, logo foi beneficiado pelo árbitro".
Isto é mais que azia. Isto já não é só mal do estômago. É demência.
Quando se falha golos, como o que o Liedson falhou, quando se tem uma defesa apática, como se viu no golo do empate, claro que a culpa só pode ser do árbitro. É, aliás, uma práctica comum para os lados do Lumiar chorarem as arbitragens ainda mais do que o costume nos jogos que antecedem o jogo com o Benfica, o que, normalmente, até lhes garante algumas benesses piedosas.
E lá vão os adeptos e sócios do Sportem, os tais que são mais inteligentes que a média, que são de um clube diferente "e o camandro", embalados por esta conversa e com as palas metidas nos olhos que os impedem de ver o Alvaláxia deserto e um buracão financeiro, uma equipa destroçada, um treinador sem nível IV, o capitão de equipa dispensado, os brasileiros que não voltam de férias, um presidente que está a fazer um frete, a confusão nas assembleias gerais, os golos dos adversários que entram mas que não contam, a agressão do Liedson contra o Vizela ou, simplesmente, incapazes de fazer um raciocínio mais complexo que este: "Benfica ganhou, logo foi beneficiado pelo árbitro".
Isto é mais que azia. Isto já não é só mal do estômago. É demência.
domingo, janeiro 15, 2006
Empréstimos
Para mim, é preciso rever isto dos empréstimos dos jogadores. Veja-se, por exemplo, o caso do FCP. Emprestam os jogadores às equipas e eles fartam-se de se aleijar. Desta vez, láfoi o pobre do Bruno Vale (que até é internacional A) a ter um ataque de lombalgia nos últimos minutos (sorte ou azar?) do jogo da última jornada.
Assim não vale a pena pôr os jogadores a rodar... ou vale?
Assim não vale a pena pôr os jogadores a rodar... ou vale?
quinta-feira, janeiro 12, 2006
Trafulhas
Numa das televisões, ouvi qualquer coisa do género: "Dois golos e duas expulsões depois, o Benfica passa à eliminatória seguinte".
É triste, maldoso, mas habitual nestes escribas de segunda.
Para que conste, o Benfica não fez uma boa exibição, mas marcou aos 66 e aos 79 minutos. Já as expulsões, aconteceram aos 83 e 85 minutos.
Para que conste, ficou por expulsar o Liedson por agredir um adversário a pontapé nas barbas do fiscal de linha, com o resultado em 1-0 para o Vizela. Para que conste, este lance de Liedson foi classificado, na TSF, como sendo "discutível".
Indiscutível, é que somámos mais uma vitória. Isso é que conta.
É triste, maldoso, mas habitual nestes escribas de segunda.
Para que conste, o Benfica não fez uma boa exibição, mas marcou aos 66 e aos 79 minutos. Já as expulsões, aconteceram aos 83 e 85 minutos.
Para que conste, ficou por expulsar o Liedson por agredir um adversário a pontapé nas barbas do fiscal de linha, com o resultado em 1-0 para o Vizela. Para que conste, este lance de Liedson foi classificado, na TSF, como sendo "discutível".
Indiscutível, é que somámos mais uma vitória. Isso é que conta.
segunda-feira, janeiro 09, 2006
Em alta!
A minha equipa leva 6 jogos na liga sem perder e sem sofrer golos, leva 6 vitórias consecutivas (5 na liga), conseguiu a qualificação para a fase seguinte da Liga dos Campeões, com um treinador que teve sucesso ao promover diferentes soluções tácticas (Geovanni a ponta-de-lança, Alcides a defesa-direito, adequada substituição do melhor jogador e capitão da equipa, Simão).
Hoje pus-me a imaginar o que é que seria escrito desta equipa se, simplesmente, jogasse de azul-e-branco ou se os seus jogos fossem sempre resolvidos pelo mesmo (genial, diga-se) jogador com o já enjoativo pontapé de trivela. Sexy football? A melhor gestão desportiva de que há memória? Um treinador que é uma lufada de ar fresco, com o seu jogo ofensivo? Talvez alguém pudesse dizer que temos a melhor pressão alta da Europa, como disseram de um dos nossos adversários, já esta época.
Sim, é verdade! Não merecíamos que dissessem muitas destas coisas, mas eles também não mereceram e isso não impediu o lirismo nos artigos de opinião.
Porque é que eu nunca leio estas coisas sobre nós? Venha o próximo!
Hoje pus-me a imaginar o que é que seria escrito desta equipa se, simplesmente, jogasse de azul-e-branco ou se os seus jogos fossem sempre resolvidos pelo mesmo (genial, diga-se) jogador com o já enjoativo pontapé de trivela. Sexy football? A melhor gestão desportiva de que há memória? Um treinador que é uma lufada de ar fresco, com o seu jogo ofensivo? Talvez alguém pudesse dizer que temos a melhor pressão alta da Europa, como disseram de um dos nossos adversários, já esta época.
Sim, é verdade! Não merecíamos que dissessem muitas destas coisas, mas eles também não mereceram e isso não impediu o lirismo nos artigos de opinião.
Porque é que eu nunca leio estas coisas sobre nós? Venha o próximo!
sexta-feira, dezembro 16, 2005
SL Benfica - Liverpool FC
Desportivamente, o Benfica acaba por não ser infeliz com o sorteio. Apesar de ser o campeão europeu, tenho confiança que a influência de Benitez à essência britânica do Liverpool não seja suficiente para fugir à sina do que têm sido os confrontos entre lusos e ingleses, no passado recente: FCP com o Man Utd, Sportem com o Newcastle e Middlesbrough e Benfica com o Man Utd, para além da selecção no Euro 2000 e Euro 2004.
Temos que ter fé no nosso grupo e na união que temos mostrado. E, tal como com o Man Utd, vamos tentar ajustar as contas que temos pendentes com o Liverpool, como se vê pelo histórico dos nossos encontros:
1977/78 (quartos-de-final)
Benfica-Liverpool, 1-2 (1/03/1978)
Liverpool-Benfica, 4-1 (15/03/1978)
1983/84 (quartos-de-final)
Liverpool-Benfica, 1-0 (7/03/1984)
Benfica-Liverpool, 1-4 (21/03/1984)
1984/85 (segunda eliminatória)
Liverpool-Benfica, 3-1 (24/10/1984)
Benfica-Liverpool, 1-0 (7/11/1984)
Só tenho pena de ter que esperar até Fevereiro.
Temos que ter fé no nosso grupo e na união que temos mostrado. E, tal como com o Man Utd, vamos tentar ajustar as contas que temos pendentes com o Liverpool, como se vê pelo histórico dos nossos encontros:
1977/78 (quartos-de-final)
Benfica-Liverpool, 1-2 (1/03/1978)
Liverpool-Benfica, 4-1 (15/03/1978)
1983/84 (quartos-de-final)
Liverpool-Benfica, 1-0 (7/03/1984)
Benfica-Liverpool, 1-4 (21/03/1984)
1984/85 (segunda eliminatória)
Liverpool-Benfica, 3-1 (24/10/1984)
Benfica-Liverpool, 1-0 (7/11/1984)
Só tenho pena de ter que esperar até Fevereiro.
segunda-feira, dezembro 12, 2005
Queixinhas, batoteiros e... António Costa
Pois é!
Daquela canalha já se sabe que tudo é possível. Desde contratar putas e chantagear pessoas, tudo vale para ganharem.
Com o despoletar do processo apito dourado, tiveram de inverter estratégias. O putedo já não serve e de proxenetas a queixnhas foi um passo: - é vê-los, jogo após jogo do glorioso, à míngua do mais pequeno promenor para fazer queixinhas à liga. O gesto não é pequeno, é minúsculo. Enfim, como eles.
Quanto à batota, isso não é novidade. Tem sido sempre assim e a coisa só assume outros contornos porque este ano as tácticas batoteiras são... ILEGAIS. Como tal, quero ver como é que a liga (e dê por onde der, tem de actuar!!!) vai fazer quanto a este acordo de "cavalheiros", como lhe chamou Jorge Jesus no final do Leira-Porto.
Tratando de quem se trata, é mais "batota dos porcos" do que "acordo de cavalheiros"...
Finalmente, António Costa!!!
O que dizer deste expoente máximo da arbitragem lusa?!?! - Há duas semana deu dois pontitos de graça, ignorando um penalti do tamanho do mundo contra o FCPorco (aka queixinhas) a favor do Gil Vicente. Como prémio dirigiu o Penafiel x Guimarães e expulsou de forma INACREDITÁVEL o Ndoye para não jogar no Estádio do Ladrão. Queriam colinho? - Este ano tem sido um fartar vilanagem. É que se assim não fosse, estavam em primeiro lugar mas era o tanas!!! - Basta ver o trajecto na Liga dos Campeões onde os árbitros são isentos.
PS: Grandeza x Assobios
A grandeza não vem só de um passado construido em cima de grandes vitórias. Vem de uma forma de estar muito própria e que conquistou simpatia em todos os cantos do mundo. Uma forma de estar que sempre nos permitiu honrar quem nos honrou e ser gratos com quem merece. Só assim se justifica que o FCPorco continue a ser um clube regional, com um número de adeptos sem expressão. Ganhe o que ganhar, ninguém gosta deles.
Ser grande está na forma de ser. E isso é-se. Não se aprende, não se ganha e nem se compra. E o Benfica é-o. E é-o precisamente por ser o contrário do que fomos hoje com o João Pinto, um dos capitães mais carismáticos e profissionais da nossa gloriosa história.
Que me lembre, ele não pediu nem foi responsável pela sua saída do Benfica. Pagou (pagámos?) a factura de ter tomado posição contra a candidatura de Vale na primeira vez que este concorreu à presidência do Benfica.
Calcar esse erro com assobios não é digno do Sport Lisboa e Benfica. E o Benfica somos todos nós...
Daquela canalha já se sabe que tudo é possível. Desde contratar putas e chantagear pessoas, tudo vale para ganharem.
Com o despoletar do processo apito dourado, tiveram de inverter estratégias. O putedo já não serve e de proxenetas a queixnhas foi um passo: - é vê-los, jogo após jogo do glorioso, à míngua do mais pequeno promenor para fazer queixinhas à liga. O gesto não é pequeno, é minúsculo. Enfim, como eles.
Quanto à batota, isso não é novidade. Tem sido sempre assim e a coisa só assume outros contornos porque este ano as tácticas batoteiras são... ILEGAIS. Como tal, quero ver como é que a liga (e dê por onde der, tem de actuar!!!) vai fazer quanto a este acordo de "cavalheiros", como lhe chamou Jorge Jesus no final do Leira-Porto.
Tratando de quem se trata, é mais "batota dos porcos" do que "acordo de cavalheiros"...
Finalmente, António Costa!!!
O que dizer deste expoente máximo da arbitragem lusa?!?! - Há duas semana deu dois pontitos de graça, ignorando um penalti do tamanho do mundo contra o FCPorco (aka queixinhas) a favor do Gil Vicente. Como prémio dirigiu o Penafiel x Guimarães e expulsou de forma INACREDITÁVEL o Ndoye para não jogar no Estádio do Ladrão. Queriam colinho? - Este ano tem sido um fartar vilanagem. É que se assim não fosse, estavam em primeiro lugar mas era o tanas!!! - Basta ver o trajecto na Liga dos Campeões onde os árbitros são isentos.
PS: Grandeza x Assobios
A grandeza não vem só de um passado construido em cima de grandes vitórias. Vem de uma forma de estar muito própria e que conquistou simpatia em todos os cantos do mundo. Uma forma de estar que sempre nos permitiu honrar quem nos honrou e ser gratos com quem merece. Só assim se justifica que o FCPorco continue a ser um clube regional, com um número de adeptos sem expressão. Ganhe o que ganhar, ninguém gosta deles.
Ser grande está na forma de ser. E isso é-se. Não se aprende, não se ganha e nem se compra. E o Benfica é-o. E é-o precisamente por ser o contrário do que fomos hoje com o João Pinto, um dos capitães mais carismáticos e profissionais da nossa gloriosa história.
Que me lembre, ele não pediu nem foi responsável pela sua saída do Benfica. Pagou (pagámos?) a factura de ter tomado posição contra a candidatura de Vale na primeira vez que este concorreu à presidência do Benfica.
Calcar esse erro com assobios não é digno do Sport Lisboa e Benfica. E o Benfica somos todos nós...
sábado, dezembro 10, 2005
ILEGAL
Maciel foi convocado pelo técnico Jorge Jesus para a recepção ao F.C. Porto, mas o pode não defrontar a equipa com a qual ainda tem contrato.
Emprestado pelos «dragões» à U. Leiria no início da época, Maciel não está autorizado pelo F.C. Porto a ser utilizado nos jogos que oponham as duas equipas. Apesar dos regulamentos da Liga de Clubes proibirem estas restrições de utilização, a verdade é que aquando do empréstimo do brasileiro à equipa do Lis ficou acordado verbalmente que Maciel não iria jogar contra o F.C. Porto.
Isto é ilegal e estes tipos vão contra as regras com o maior dos descaramentos. Até o U.Leiria se fica, passivamente, a assitir a esta vergonha, quando o regulamento até os protege.
PS - Pronto, o Maciel até pode ir para o banco. Mas jogar vai ser mentira. Faz-me lembrar a substituição ao intervalo do Hélton, no jogo do ano passado.
quinta-feira, dezembro 08, 2005
Épico
No seguimento do post anterior, hoje acabou por ser mesmo o primeiro jogo em que o nosso Estádio esteve infernal. Tão infernal que nem os Red Devils se sentiram lá bem. E a prova disso é o tal dedo do Ronaldo, que é um gesto tão pequeno que nem merece mais referência. Mas ainda bem que percebemos que jogar com 65011 jogadores é melhor do que só com 11. Que os assobios, os apupos, a pressão sobre o adversário intimida, desconcentra e acanha, enquanto que catapulta e galvaniza a nossa equipa.
Hoje ganhámos nós, adeptos, e eles jogadores. Porque, finalmente, jogámos juntos.
Hoje ganhámos nós, adeptos, e eles jogadores. Porque, finalmente, jogámos juntos.
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